Uma idéia que nasceu da vontade de transformar memórias em algo que pudesse permanecer

JANA

Quem está por trás da Lembrança Impressa:

Eu sou a Jana, criadora da Lembrança Impressa Studio.

Minha trajetória começou na Comunicação Social, com formação em Publicidade e Propaganda, e seguiu por caminhos ligados à criação, ao atendimento e à estética. Mais tarde, me profissionalizei em Design de Interiores, área em que atuei por muitos anos.

Foi dessa mistura entre comunicação, olhar estético e atenção aos detalhes que nasceu a forma como hoje desenvolvo cada fotolivro: com cuidado, equilíbrio visual e intenção.

 

Como tudo começou

Sempre gostei de fotografia, viagens e decoração. E, com o tempo, comecei a perceber uma coisa que me incomodava: tínhamos centenas de fotos incríveis guardadas no celular, mas raramente voltávamos a elas.

Ao mesmo tempo, eu gostava da ideia de ter livros compondo a decoração da casa, mas não queria que fossem apenas objetos bonitos e sem significado.

Foi dessa vontade de unir memória, design e decoração que surgiu o primeiro fotolivro.

 

studio

 

Quando uma paixão virou o Studio

O que começou como um projeto pessoal foi evoluindo a cada novo fotolivro. Aos poucos, percebi que aquela ideia também fazia sentido para outras pessoas: transformar fotos espalhadas pelo celular em algo físico, bonito e feito para permanecer.

 

Assim nasceu a Lembrança Impressa Studio

Hoje, cada projeto é desenvolvido de forma personalizada, respeitando a história, as imagens e o estilo de cada cliente. A proposta não é apenas organizar fotos em páginas, mas criar uma narrativa visual que tenha identidade e que faça sentido para quem vai folhear aquele livro.

 

trabalho

 

O que fazemos hoje

A Lembrança Impressa nasceu para transformar memórias em objetos que possam fazer parte da casa e da vida.

Cada fotolivro passa por um processo de seleção, criação de capa, diagramação e revisão, sempre buscando um resultado elegante, equilibrado e pessoal.

Mais do que guardar fotografias, a ideia é criar uma forma de voltar a elas.

 

Porque, no fim, o que importa não é ter milhares de fotos guardadas. É ter uma forma de voltar a elas.